Matar, matar, matarrrrrr!!!
Assisti um trecho e senti vontade de arrancar a medula óssea de cada uma delas e jogar na 277 pros tatus comerem.
E você, o que faria?
Assisti um trecho e senti vontade de arrancar a medula óssea de cada uma delas e jogar na 277 pros tatus comerem.
E você, o que faria?
Do orkut:
Posto de Trocas
Meus crânios:
-Saddam Hussein
-James Brown
-Bussunda
-Charles Chaplin
-Nazista nº 23
-Princesa Diana (este está meio amassado)Todos em perfeito estado! (Exceto o da Princesa Diana,que está levemente amassado)
Pergunte os meus requerimentos,ou veja no tópico “OFERTA!! OFERTA!!”.Brindes: James Brown = Pelo do Heath Ledger,você recebe os OLHOS dele!!
Princesa Diana = Por qualquer um dos que eu quero,você recebe,de graça,o braço dela COM UM POUCO DE PELE!
Bussunda = Em troca de QUALQUER CRÂNIO INTERNACIONAL,eu dou ele e o Nazista nº 23.

Facil, rápido e prático. O menu digital agiliza o atendimento nos restaurantes, e com certeza você, pelo menos, já ouviu falar. Agora a automação está tomando outros níveis, somente antes imaginados no mundo dos Jetsons. Clica no seu pedido e a comida chega até a mesa através de trilhos.
Mas será que aqui estamos prontos pra isso? Aquela conversa cara a cara com o garçon pode ser indispensável em alguns restaurantes.
Físicos dizem não ser possível, assim como cozinhar um ovo usando aparelhos celulares. Então seria um vídeo viral, pois foi assistido mais de um milhão de vezes na semana que passou.
Mas quem pode dizer?
Originalmente publicado por Lélio Cesar, no Blog Falando Sério.
Bela lembrança do meu saudoso avô, o sangue quente José Spoladore.

Avenida Higienópolis esquina com Rua Tupi - Londrina
Celso Garcia Cid, espanhol de sangue quente, precisava contratar um construtor para erguer uma casa imponente, que representasse a pujança de Londrina e servisse de cartão de visitas para atrair novos imigrantes. O construtor mais conceituado na época era o mestre de obras José Spoladore (pai do médico Hércule Spoladore), italiano de sangue tão quente quanto o de Celso Garcia. Ali estava uma alquimia com todos os ingredientes para não dar certo.
Quem contou esta história ao jornalista Widson Schwartz foi o próprio José Spoladore, poucos meses antes de ser transferido para o andar de cima. Schwartz, o jornalista que melhor resgata a história de Londrina, publicou a matéria no JL.
Quando procurado, José Spoladore teria dito a Celso Garcia:
“Não vou trabalhar para o senhor e não vou construir a sua casa. O senhor é espanhol, tem o sangue muito quente e eu sou italiano e também tenho o sangue quente. Nós não vamos combinar e vamos passar o tempo todo brigando. O Senhor é muito mandão e em mim ninguém nunca mandou e ninguém nunca vai mandar”.
Teria retrucado Celso Garcia:
“Não me interessa se você quer ou não, é você quem você vai construir a minha casa. Não quero outro, quero é você e você vai construir a casa”.
- Para o senhor eu não trabalho.
- Vai trabalhar sim, porque eu quero.
- Não vou construir a sua casa
- Vai construir sim, outro não serve.
E assim, aos trancos e barrancos, se poderia dizer em linguagem mais atual “entre tapas e beijos”, a construção começou, seguiu seu rumo e ficou pronta. Lá estava imponente o Palacete da Avenida Higienópolis esquina com Rua Tupi, como mostra esta foto tirada em 28 de março de 1947. Celso Garcia e José Spoladore, dois homens de personalidade forte, aparecem lado a lado na foto. Hoje o palacete abriga uma agência do Sudameris, mas ainda exibindo a pujança dos primeiros anos de Londrina.
Fim de carreira é fazer resenha de vídeo do Youtube.
Saca só o naipe do banheiro do boteco. parede azul royal, da cor da cerva Polar.
Sertanejo portoriquenho rolando no ambiente, quando a lingua do protagonista desenrola e cai até o peito dele, impressionante.
Coadjuvantes quase se matam de tanto rir quando o feioso fecha a cara, literalmente.
- Nossa, ele nasceu assim? - pergunta o Gabriel. Cabe um caneco na lingua do cara. Lingua de CD.
“paracunalepa, paranacunalepa, dique voigo la cumba cunda”
O Bicho
Vi ontem um bicho
Na imundície do pátio
Catando comida entre os detritos.
Quando achava alguma coisa,
Não examinava nem cheirava:
Engolia com voracidade.
O bicho não era um cão,
Não era um gato,
Não era um rato.
O bicho, meu Deus, era um homem.